| Zico imita posição de sua estátua de bronze (Foto: André Durão / Globoesporte.com) |
Zico tornou-se uma espécie de Deus para torcida graças a grandeza de suas atuações com a camisa rubro negra desde o final da década de 70. Naquela época se jogava para públicos superiores a 120 mil pessoas nos grandes clássicos regionais e nacionais, era uma época que não havia espaço para jogadores que sentiam peso da camisa. O Zico foi o comandante de um time ultra vencedor, um time vencedor não só de estaduais, mas, de campeonatos nacionais, sul americanos, torneios pré temporada e de um mundial.
Como atleta do Flamengo Zico conquistou praticamente tudo que conquistou, fora do Flamengo, no exterior levou o nome do time da Udinese, onde jogou entre 1983 a 1985 para o mundo. Considerado o Charles Miller do futebol Japonês por ter ajudado a montar toda a infra estrutura do futebol japonês, Zico atuou no País como jogador e treinador do Kashima Antlers e da seleção japonesa.
Na seleção participou das copas do mundo de 1978, 1982 e 1986. A eliminação da seleção de 1982 na copa do mundo disputada na Espanha frustou a todos, pois, se tratava de uma seleção que para muitos é uma das melhores já montadas na história do futebol mundial.
Fora dos gramados o Galinho conquistou fãs inclusive de clubes adversários, com atitudes como a que teve com seu algoz, o ex zagueiro do Bangu Márcio Nunes, que quebrou o seu joelho com uma entrada violenta em um jogo em 1985. O zagueiro anos mais tarde teve sua carreira interrompida por uma grave lesão tendo custeado seu tratamento pelo eterno ídolo da Gávea.
Em relação a este episódio Zico reafirmou esta semana que o maior prejudicado com o acontecido fora o próprio Márcio Nunes que estava em início de carreira e ficara marcado por ser apenas seu algoz, um vilão.
"Que bom seria existir
Algo difícil de conseguir
Contar em todas as agremiações
Com homens como o Zico
E não só com vilões. "
Parabéns Galinho!
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