No último domingo (21)
o presidente do STF Joaquim Barbosa recebeu justa homenagem do governo mineiro
(PSDB) que o presenteou com a Medalha da Inconfidência. O presidente do STF
ficou conhecido nacionalmente pelo julgamento dos mensaleiros do governo Lula
em 2012, o mesmo governo Lula que o indicou a vaga do supremo há 10 anos.
O fato de ter sido
conduzido ao STF pelo governo Lula, não inibiu o jurista na hora que teve de
julgar os integrantes mensaleiros do mesmo governo que o indicara a casa que
agora preside, aumentando ainda mais a admiração da população pelo jurista.
Julgamento, aliás,
que recebeu várias criticas de advogados no País, talvez a mais contundente do
advogado e professor do verbo jurídico Dr. Antônio Marcelo Pacheco (http://www.youtube.com/watch?v=sNMViJ7dOBc),
que afirma que várias etapas do processo de julgamento fora equivocado,
desrespeitando artigos constitucionais.
Talvez fosse melhor
na atual fase do processo dos mensaleiros, que é o de cumprimento das sentenças,
que Joaquim Barbosa enviasse à Minas Gerais outro ministro para representá-lo,
até para evitar suspeição de que fora um julgamento político partidário,
afinal, um ato tão importante na história brasileira não pode ser envolto em
nenhuma suspeita, o que a população quer ver é que se condene sim os corruptos,
independentemente de sigla partidária.
Até Para manter
acesa a esperança de que o primeiro mensalão que se tomou conhecimento publicamente
na história politica brasileira o mensalão mineiro ou tucanoduto,
que foi um escândalo de peculato e lavagem de dinheiro que ocorreu na campanha
para a eleição de Eduardo Azeredo (PSDB-MG) - um dos
fundadores, e presidente do PSDB nacional - ao governo de Minas Gerais
em 1998, e que mesmo resultando em denúncia da Procuradoria Geral da República
ao STF, nunca foi apurado
a fundo e nem julgado pelo STF tenha o mesmo tratamento do mensalão julgado e
que seus autores tenham também a mesma condenação dos que agora seguem para a
cadeia.

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