segunda-feira, 22 de abril de 2013

EM NOME DA MANUTENÇÃO DA CREDIBILIDADE JOAQUIM BARBOSA DEVE JULGAR A TODOS DOA A QUEM DOER.




No último domingo (21) o presidente do STF Joaquim Barbosa recebeu justa homenagem do governo mineiro (PSDB) que o presenteou com a Medalha da Inconfidência. O presidente do STF ficou conhecido nacionalmente pelo julgamento dos mensaleiros do governo Lula em 2012, o mesmo governo Lula que o indicou a vaga do supremo há 10 anos.

O fato de ter sido conduzido ao STF pelo governo Lula, não inibiu o jurista na hora que teve de julgar os integrantes mensaleiros do mesmo governo que o indicara a casa que agora preside, aumentando ainda mais a admiração da população pelo jurista.

Julgamento, aliás, que recebeu várias criticas de advogados no País, talvez a mais contundente do advogado e professor do verbo jurídico Dr. Antônio Marcelo Pacheco (http://www.youtube.com/watch?v=sNMViJ7dOBc), que afirma que várias etapas do processo de julgamento fora equivocado, desrespeitando artigos constitucionais.

Talvez fosse melhor na atual fase do processo dos mensaleiros, que é o de cumprimento das sentenças, que Joaquim Barbosa enviasse à Minas Gerais outro ministro para representá-lo, até para evitar suspeição de que fora um julgamento político partidário, afinal, um ato tão importante na história brasileira não pode ser envolto em nenhuma suspeita, o que a população quer ver é que se condene sim os corruptos, independentemente de sigla partidária.

Até Para manter acesa a esperança de que o primeiro mensalão que se tomou conhecimento publicamente na história politica brasileira o mensalão mineiro ou tucanoduto, que foi um escândalo de peculato e lavagem de dinheiro que ocorreu na campanha para a eleição de Eduardo Azeredo (PSDB-MG) - um dos fundadores, e presidente do PSDB nacional - ao governo de Minas Gerais em 1998, e que mesmo resultando em denúncia da Procuradoria Geral da República ao STF, nunca foi apurado a fundo e nem julgado pelo STF tenha o mesmo tratamento do mensalão julgado e que seus autores tenham também a mesma condenação dos que agora seguem para a cadeia.

 

 

 

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