Dados e fatos sobre Violência contra as Mulheres
Poderia escrever qualquer texto para enaltecer o
dia das mulheres comemorado hoje dia 08 de março, mas, os últimos
acontecimentos em Portugal com o assassinato da jornalista brasileira Carla
Santos de 41 anos. E no Município de Barra do Piraí com dois assassinatos de
mulheres em menos de 3 meses de diferença de um para o outro, primeiro a Danielle Moura, que
no período de dois meses, foi queimada pelo próprio marido o policial cívil Marcus
Vinícius Lopes. No dia no dia 10 de dezembro de 2013, Danielle foi
queimada e salva com vida pelos vizinhos que atenderam ao seu pedido de socorro,
porém, no dia 07 de fevereiro de 2014 o autor da tentativa de homicídio
retornou ao Município foi até o estabelecimento em que trabalha a Danielle, já
recuperada dos ferimentos da queimadra, e a assassinou na frente da sua filha.
O autor do crime já está preso. Um mês após o assassinato de Danielle, Geovana
Carvalho, de apenas 17 anos é assassinada aparentemente a pauladas e tem
seu corpo jogado as margens da linha férrea, o crime aconteceu no dia 02 de
março de 2014.
Diante de mais estes
crimes covardes que é cometido contra mulheres no Brasil e no Mundo todos os
dias achei mais produtivo divulgar na íntegra a pesquisa realizada pela portal Agência Patrícia Galvão se publicada no dia 06 de novembro de
2013, a pesquisa selecionou alguns números das principais pesquisas sobre
violência doméstica: Acessem a pesquisa na íntegra em: http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1975:dados-e-fatos-sobre-violencia-contra-as-mulheres&catid=36:pesquisas
A pesquisa diz que:
Para 70% da população, a mulher sofre
mais violência dentro de casa do que em espaços públicos no Brasil
Pesquisa de opinião inédita, realizada pelo Data Popular e Instituto Patrícia Galvão, revelou que 7 em cada 10 entrevistados consideram que as brasileiras sofrem mais violência dentro de casa do que em espaços públicos, sendo que metade avalia ainda que as mulheres se sentem de fato mais inseguras dentro da própria casa.
Os dados revelam que o problema está presente no cotidiano da maior parte dos brasileiros: entre os entrevistados, de ambos os sexos e todas as classes sociais, 54% conhecem uma mulher que já foi agredida por um parceiro e 56% conhecem um homem que já agrediu uma parceira. E 69% afirmaram acreditar que a violência contra a mulher não ocorre apenas em famílias pobres.
Veja outros destaques ou acesse a pesquisa na íntegra: Percepção da sociedade sobre violência e assassinatos de mulheres
Pesquisa de opinião inédita, realizada pelo Data Popular e Instituto Patrícia Galvão, revelou que 7 em cada 10 entrevistados consideram que as brasileiras sofrem mais violência dentro de casa do que em espaços públicos, sendo que metade avalia ainda que as mulheres se sentem de fato mais inseguras dentro da própria casa.
Os dados revelam que o problema está presente no cotidiano da maior parte dos brasileiros: entre os entrevistados, de ambos os sexos e todas as classes sociais, 54% conhecem uma mulher que já foi agredida por um parceiro e 56% conhecem um homem que já agrediu uma parceira. E 69% afirmaram acreditar que a violência contra a mulher não ocorre apenas em famílias pobres.
Veja outros destaques ou acesse a pesquisa na íntegra: Percepção da sociedade sobre violência e assassinatos de mulheres
Para 23,3%, muitas vítimas não
denunciam os companheiros à polícia por prever que eles não serão punidos.
Das mulheres ouvidas pelo DataSenado, 30% dizem acreditar que as leis do país não são capazes de protegê-las da violência doméstica. Do total de entrevistadas 18,6% afirmaram já ter sido vítimas de violência doméstica. Em resposta à última agressão, uma parcela expressiva delas (20,7%) nunca procurou ajuda nem denunciou o agressorO DataSenado ouviu, por telefone, 1.248 mulheres de todos os estados entre 18 de fevereiro e 4 de março de 2013.
O Jornal do Senado explica o tema: www.senado.leg.br/mariadapenha
A íntegra da pesquisa DataSenado: http://bit.ly/pesquisaMulher
Das mulheres ouvidas pelo DataSenado, 30% dizem acreditar que as leis do país não são capazes de protegê-las da violência doméstica. Do total de entrevistadas 18,6% afirmaram já ter sido vítimas de violência doméstica. Em resposta à última agressão, uma parcela expressiva delas (20,7%) nunca procurou ajuda nem denunciou o agressorO DataSenado ouviu, por telefone, 1.248 mulheres de todos os estados entre 18 de fevereiro e 4 de março de 2013.
O Jornal do Senado explica o tema: www.senado.leg.br/mariadapenha
A íntegra da pesquisa DataSenado: http://bit.ly/pesquisaMulher
Pesquisa do Ipea sobre assassinatos de
mulheres destaca necessidade de tipificação penal para o feminicídio
No Brasil, entre 2001 a 2011, estima-se que ocorreram mais de 50 mil feminicídios: ou seja, em média, 5.664 mortes de mulheres por causas violentas a cada ano, 472 a cada mês, 15,52 a cada dia, ou uma morte a cada 1h30. Os dados foram divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em uma pesquisa inédita, que reforçou as recomendações realizadas em julho pela CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que avaliou a situação da violência contra mulheres no Brasil. Saiba mais sobre a pesquisaViolência contra a mulher: feminicídios no Brasil – dados corrigidos sobre taxas de feminicídios e perfil das mortes de mulheres por violência no Brasil e nos estados
No Brasil, entre 2001 a 2011, estima-se que ocorreram mais de 50 mil feminicídios: ou seja, em média, 5.664 mortes de mulheres por causas violentas a cada ano, 472 a cada mês, 15,52 a cada dia, ou uma morte a cada 1h30. Os dados foram divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em uma pesquisa inédita, que reforçou as recomendações realizadas em julho pela CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que avaliou a situação da violência contra mulheres no Brasil. Saiba mais sobre a pesquisaViolência contra a mulher: feminicídios no Brasil – dados corrigidos sobre taxas de feminicídios e perfil das mortes de mulheres por violência no Brasil e nos estados

Nenhum comentário:
Postar um comentário