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| Como votou cada Partido Político em relação a terceirização |
Nesse primeiro de maio, dia em que se comemora o dia do
trabalhador no Brasil, período em que se debate a terceirização total da mão de
obra do trabalhador brasileiro, nada mais oportuno que trazer a tona, a
discussão sobre qual o melhor modelo político para o Brasil e o trabalhador
brasileiro, uma vez que, as manifestações de trabalhadores hoje sobre o tema,
dividiram até mesmo as centrais sindicais, com centrais sindicais como a CUT
defendendo a não terceirização, e a Força Sindical defendendo a terceirização.
Isso se dá muito pelo cenário político desenhado no Brasil,
pois embora tenha se instituído que o Brasil tem movimentos político partidário
de esquerda e de direita, nem sempre as atitudes tomadas pelos representantes
desses partidos demonstram claramente o que realmente cada um defende,
principalmente quando o tema é direito do trabalhador, a votação da PL 4330,
que institui a terceirização no Brasil demonstrou essa tendência, o único
partido político que teve 100% dos seus parlamentares contrários à proposta
votada no Congresso foi o Partido dos Trabalhadores (PT) e o PSOL, os demais, tanto de
esquerda quanto de direita tiveram votos a favor e votos contrários.
Essa dúvida não existiria se a discussão sobre o tema
demonstrasse o que cada modelo defende. Até os ditos defensores da direita
brasileira, embora adoradores do modelo político americano, onde o eleitor sabe
claramente o que defende os republicanos e o que defende os democratas,
omitem-se, pois talvez saibam que a resposta do brasileiro, de maioria trabalhadora
ou que preiteia adentrar no mercado de trabalho e ter acesso aos benefícios que
a legislação trabalhista brasileira lhe garante, seria opositora ferrenha do
modelo que a direita brasileira defende, se a discussão levada até as massas
mostrasse claramente o que defende cada modelo. O da direita, com tendência as
práticas neoliberais, e o da esquerda, voltado mais ao modelo socialista,
poderia perpetuar o modelo da esquerda no poder por um longo tempo no Brasil, haja
vista, que nem o mais ferrenho opositor do partido e do presidente atualmente
no Poder no Brasil, se quer cogita perder seu direito a férias, 13º salário,
auxílio desemprego, vale transporte, planos de saúde e dentário ou estabilidade.

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